ONLINE AGORA

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Valmir foi eleito prefeito e câmara tem forte renovação nas eleições em Itaituba

Eleição para prefeito

Itaituba elegeu ao cargo de prefeito Valmir Climaco com 26. 293 votos (50,06%). O segundo colocado foi Ivan Dalmeida com 15.244 (29,03%) e a atual prefeita ficou com o terceiro e último lugar, com 10.921 votos (20,91%).
Os eleitores itaitubenses 75.439 estão distribuídos em 249 seções, com comparecimento às urnas de 55.199 (73,17%), abstenção de 20.239 (26,83%), votos em branco totalizaram 683 (1,24%) e nulos 1.998 (362%).
Ao cargo de vereador tivemos eleitos 
1- Nen de Miritituba com 1.739 votos 
2- Peninha com 1.733 votos
3- Diego Mota com 1395 votos
4- Daniel do Posto Dado com 1.333 votos
5- Maria Pretinha com 1.264 votos
6- Enfermeiro Raimisson com 1.249 votos
7- Zé Belloni com 1.247 votos
8- Junior Pires com 1.156 votos
9- Dirceu Biolchi com 1.130 votos
10- Antônia com 1.095 votos
11- Wescley Tomaz com 1.070 votos
12- Cebola com 1.042 votos
13- Dadinho Camioneiro com 1.001 votos
14- Manoel Dentista com 970 votos
15- David Salomão com 725 votos

Oito vereadores não conseguiram se reeleger: Orismar Gomes, Toninho Piloto, Iamax, Célia, João Paulo, Diomar Figueira, Isaac Dias e Diniz. São nove que assumem a vereança em 2017, pois Nicodemos Aguiar não concorreu a reeleição, foi eleito na chapa de Valmir a vice.
≤≥ Blog RPI

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

DEPUTADO DESTACA CRIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA

 

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado debateu, nesta quarta-feira, ações integradas entre as instituições de segurança pública, ações de prevenção de violências, de repressão qualificada da criminalidade, culminando com a construção de um Pacto de Segurança Integrada.

 

Deputado Subtenente Gonzaga destaca importância da

criação do Ministério da Segurança Pública

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado debateu, nesta quarta-feira, ações integradas entre as instituições de segurança pública, ações de prevenção de violências, de repressão qualificada da criminalidade, culminando com a construção de um Pacto de Segurança Integrada.

 

Deputado Federal Subtenente Gonzaga, que é titular da Comissão, afirmou que há sérios problemas de legislação na segurança pública, mas o principal problema é de gestão. “Essa iniciativa do Pacto de Segurança Integrada tende a ter resultado por conta do foco na gestão. Acho que é um dos grandes problemas. Entendo que o que nós não temos é um sistema. As instituições estão sólidas, preparadas e organizadas. Não temos instituições falidas, temos é um sistema falido. Acho que esse foco na gestão é o caminho mais urgente que temos que perseguir”, afirmou.

Segundo o deputado Subtenente Gonzaga, é preciso somar a questão do Ministério da Segurança Pública. “Em 1997 eu pertencia a uma Associação Nacional de Praças e formalizamos ao então presidente da Câmara, Michel Temer, nossa defesa para a criação do Ministério da Segurança Pública. Fizemos essa mesma defesa e com a mesma compreensão”, disse.

O debate contou com a participação do Comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, Cel Marco Antônio Badaró Bianchini; Vice-Governandor e Secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás José Eliton Figueiredo Júnior; César Roberto Simoni de Freitas, Secretário de Segurança Pública do Estado do Tocantins;Jefferson Miler Portela e Silva, Secretário de Segurança Pública do Estado do Maranhão; João Octacílio Silva Neto, Delegado-Geral da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais; entre outros.

Grupo de Gestão Estratégica do Pacto

Antes dos debates na Comissão de Segurança Pública, os participantes estiveram reunidos no 3º encontro do Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual, na Câmara dos Deputados.

O deputado Subtenente Gonzaga acompanhou o grupo durante toda a manhã e logo depois entregaram um documento ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a necessidade da criação do Ministério da Segurança Pública.

Requerimento aprovado

Em julho deste ano, a Comissão de Segurança Pública aprovou o requerimento do deputado Subtenente Gonzaga, que sugere a criação do Ministério da Segurança Pública. “Aprovamos um requerimento que já se transformou em uma indicação da Câmara dos Deputados para a presidência da República, defendendo a criação do Ministério da Segurança Pública”, ressaltou o deputado Subtenente Gonzaga

Fonte assessoria de imprensa do deputado Subtenente Gonzaga

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Após tentar cortar policiais com um facão elemento acaba na mira de uma . 40 no bairro Ipanema

No final da manhã de Quinta feira (08) para o inicio da tarde um elemento de nome Francisco Josiney dos Santos, vulgo "novinho" de posse de um facão tentou contra policiais militares que foram atender uma ocorrência na rua Rosa Branca no bairro Ipanema onde o "maluco" estava de posse do facão tentando contra a vida de outra pessoa.

As informações repassadas pela policia a nossa reportagem são de que na ocasião que os policiais foram para contornar a situação o acusado partiu com a arma branca para cima da guarnição que para se defender da injusta agressão efetuou um disparo contra a perna do elemento que foi conduzido para o PSM.

Elias Junior Noticias / Em parceria com o Blog do JK 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Confira os aprovados do concurso da PM

(Foto: Agência Pará)

A FADESP, organizadora do concurso da Polícia Militar do Pará, divulgou nesta segunda-feira (29) o resultado preliminar de candidatos aprovados e classificados na 1ª Etapa – Prova de Conhecimentos (Objetiva e Redação), por curso (Feminino e Masculino). O concurso ofereceu o total de 2.194 vagas para Soldados, Oficiais e Oficiais da área da Saúde.

CLIQUE E VEJA O RESULTADO

Os cargos com as maiores concorrências nos três editais foram os de Oficial Feminino (286,94 candidatas por vaga), Praça Feminino (113,76 candidatas por vaga) e Oficial com especialidade em Fisioterapia (250 para cada vaga ofertada).

 

Dos mais de 105 mil candidatos inscritos no concurso, 87.786 optaram por fazer o Curso Formação de Praças (CFP), que tem a maior concorrência. Eles disputaram duas mil vagas, das quais 200 para mulheres e 1,8 mil para homens – o que estabeleceu, de acordo com a demanda, a concorrência de 113,76 candidatas por vaga, no caso feminino, e 36,13 candidatos para cada vaga ofertada, no masculino.

(DOL)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Mais um policial militar é morto no Pará

(Foto: Celso Rodrigues)

“Daqui a uns dias não vai ter mais polícia no nosso Estado. O Governo está omisso, os policiais morrendo e a corporação não pode dar uma resposta a altura porque existe uma base legal para toda e qualquer ação.

Qual a saída então? O que fazer? Os familiares e amigos de policiais então com medo de perder seus heróis. Governador, vamos tomar providências!”. O desabafo foi postado por um internauta ontem no Facebook oficial da Polícia Militar do Pará, abaixo de uma homenagem feita pelo administrador do espaço em alusão ao dia do soldado. De fato, como mencionou o internauta identificado como Thiago Brito, os “homens de verde” estão perdendo a guerra contra a criminalidade, e tendo seguidas baixas. Ontem, outro policial militar morreu. Foi o 15º apenas neste ano, o segundo em menos de uma semana.

Alvo da própria violência que combate todos os dias no estado do Pará, o cabo Fernando César Forte da Câmara, de 33 anos, lotado no 20º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foi baleado com um tiro na cabeça, no início da madrugada de ontem (25), no bairro Castanheira, em Belém, atrás de um shopping, em circunstâncias ainda não esclarecidas. 

De acordo com a escrivã da Polícia Civil Herondina Santos, plantonista da Delegacia de Serviço de Policiamento de Combate de Crimes Violentos (SPCCV) do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, a vítima estava à paisana na companhia de outro policial em um carro particular, quando teria parado para comprar um bombom em uma barraca de doces. Neste momento o autor dos disparos teria se aproximado em um carro modelo Siena, cor branco, sacou a arma e desferiu um único tiro nele.

O policial que acompanhava o cabo baleado disse que eles pararam para comprar uma bala, um bombom. Quando o cabo desceu do carro foi abordado por um homem que disparou um tiro na cabeça dele. Depois disto, o próprio colega da vítima, que o aguardava dentro do carro, o socorreu em seu veículo e o trouxe aqui para o hospital”, disse. Conforme a policial civil, a suspeita inicial repassada pelo colega de farda da vítima, que não teve o nome revelado, é de que o cabo Fernando tenha sido alvo de uma suposta tentativa de assalto. Porém, nada teria sido roubado da vítima. “Não informaram se ele estava armado e se roubaram a arma. Os policiais acreditam que tenha sido uma tentativa de assalto, mas suspeitam também de uma emboscada. O estado dele é grave”, concluiu ela. Horas depois, veio a confirmação do óbito. 

OUTRA MORTE

Na última terça-feira, outro PM tombou enquanto combatia a criminalidade. O cabo PM Márcio José Soares de Farias, de 34 anos, seguia na viatura pelo bairro das Flores, em Benevides, Região Metropolitana de Belém, quando viu 2 homens e decidiu abordá-los – cumprindo, nesse sentido, uma de suas funções enquanto policial. 

Mas os suspeitos estavam armados e atiraram contra o policial, que ficou ferido e, em seguida, levado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua. O tiro acertou o ombro direito do policial e a suspeita é de que o projétil tenha perfurado o pulmão. Tão logo deu entrada no hospital, o cabo Márcio foi submetido a uma cirurgia. À tarde, o Metropolitano confirmou o falecimento dele. Ele partiu deixando esposa e 3 filhos.

Policiais militares revelam: trabalham com medo!

“Está cada vez mais difícil ser policial”, disse um oficial da Polícia Militar, ontem (25), durante o velório do cabo Fernando Fortes da Câmara, 33. O desabafo do sargento – que teve a identidade preservada – deixou ainda mais evidente a crescente violência que ronda até mesmo aqueles que são responsáveis por combater a criminalidade e garantir a segurança da população.

A fala do policial foi completada por uma preocupante revelação sobre a existência de comandantes PM’s que, para ir e vir do trabalho, precisam de escolta policial para não serem as próximas vítimas de criminosos. Isto leva a perceber que este aparente extermínio de policiais está longe de acabar diante da carência de políticas públicas sociais e de segurança que possam reverter este quadro de matança de policiais militares.

Durante o velório do corpo do policial, realizado em uma igreja no bairro da Pratinha, em Belém, familiares e amigos buscavam entender o contexto do crime e as circunstâncias na qual Fernando Fortes foi baleado.

O soldado PM Dos Santos, que trabalhou com o cabo Fernando por 4 anos no bairro da Terra Firme, exaltou o comportamento extrovertido e a disciplina que o colega de farda mantinha durante os trabalhos. “Ele fez o concurso para oficial da PM, em 2010, mas não passou porque faltou um exame médico. Recorreu na Justiça e o caso ainda estava em tramitação”, lembrou Santos.

Fernando tinha 11 anos de carreira na Polícia Militar, se formou em Licenciatura em Educação Física, pela Universidade Federal do Pará (UFPA) há 2 anos, e pretendia dar aula em comunidades carentes. O militar deixa uma esposa e um filho pequeno. “Atualmente, sonhava em dar aula na área em que se formou”, desfechou o soldado Dos Santos.

Sepultamento

O corpo do cabo Fernando César, 33 anos será sepultado na tarde desta sexta-feira (26), em um cemitério localizado em Marituba, Região Metropolitana de Belém.

(Fabrício Nunes e Denilson D'Almeida/Diário do Pará)

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Policial é baleado e suspeito é preso na Cabanagem

(Foto: Reprodução / Twitter)

Um policial, que ainda não teve a identidade revelada, foi alvejado com vários tiros durante tentativa de assalto no início da manhã desta quinta-feira (18).

Segundo informações da Polícia Militar da área, o policial possivelmente estava se deslocando para o trabalho, quando foi abordado pelo suspeito na avenida Mário Covas com a avenida Independência, no bairro da Cabanagem, em Belém.

Ainda de acordo com a PM, a vítima foi encaminhada para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua.

Já o suspeito, que também ainda não foi identificado, foi preso e encaminhado para a Delegacia da Cabanagem para procedimentos cabíveis.

Mais informações em instantes

(DOL)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Morto falso cadeirante suspeito de executar vigia

(Foto: Reprodução)

Foi morto em uma troca de tiros com a polícia um dos suspeitos do assalto a uma agência do Banco da Amazônia, no bairro de Nazaré, em Belém, no último dia 29 de julho, que terminou com oassassinato de um vigilante do local. A ação da Polícia Militar foi realizada no município de Moju, nordeste paraense, nesta quarta-feira (17).

De acordo com informações da Polícia Militar, agentes do Grupamento Tático da PM e de uma guarnição da corporação do município de Abaetetuba receberam denúncia sobre a presença dos suspeitos, que estariam em uma casa na passagem Jaguarari, no município de Moju.

Ao realizar a abordagem no local, os policiais foram recebidos a tiros pelos suspeitos. Os agentes revidaram e pelo menos um dos acusados foi morto com um tiro no tórax: ele foi identificado como Robert Richards Valente Ferreira, conhecido como “Cirilo”, que é o assaltante que usava um disfarce de cadeirante no assalto ao banco em Belém.

Na residência em Moju, foram encontradas uma pistola ponto 40, um carregador com munições, grande quantidade de entorpecentes e placas de veículos. A quadrilha é suspeita de diversos assaltos a bancos no Pará.

Ainda não há informações se os outros dois suspeitos foram detidos.

LATROCÍNIO

O vigilante Alcindo de Sousa Rayol, de 56 anos, morreu baleado por assaltantes que invadiram um posto de atendimento do Banco da Amazônia, localizado na avenida Generalíssimo Deodoro, no bairro de Nazaré, em Belém, no dia 29 de julho de 2016. Um deles se disfarçou de deficiente visual e cadeirante.

De acordo com a Polícia Civil, pelo menos três homens participaram diretamente do crime. Há também a suspeita de que uma quarta pessoa teria dado apoio na fuga. 

O crime aconteceu após o acesso à área interna do banco ter sido liberada para o falso cadeirante para que não passasse pela porta detectora de metais.

Os suspeitos, então, anunciaram o assalto e trocaram tiros com um dos seguranças da agência, que acabou atingido. Além de render os funcionários e roubar o dinheiro, levaram também as armas dos dois seguranças.

(DOL)